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Transitions lista cuidados essenciais para preservar a saúde ocular infantil

Agosto de 2018 – Os olhos merecem atenção em qualquer idade, mas um cuidado dedicado à visão na infância é primordial. Até os dois primeiros anos, o tamanho do olho e a capacidade de enxergar das crianças alcançam um desenvolvimento de 90%, ou seja, elas devem receber os estímulos adequados para sua formação completa nesse período. Estima-se que cerca de 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares, que podem influenciar diretamente o comportamento e o desempenho acadêmico.

A detecção e o tratamento precoce de doenças oculares nas crianças são muito importantes não só para evitar o comprometimento visual permanente, já que algumas doenças oculares só têm tratamento na infância, como também evitar atraso no desenvolvimento motor, sensorial e intelectual. Para entender como orientar e estar atento aos sinais que podem indicar problemas na visão, a Dra. Márcia Beatriz Tartarella, diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da América Latina, esclarece as principais dúvidas e dá dicas importantes para o dia a dia.

Orientar as brincadeiras e evitar peças pontiagudas são medidas essenciais

É muito comum encontrar pais desesperados nos prontos-socorros por conta de algum objeto que caiu ou que foi colocado pela criança nos olhos. Por isso, é preciso redobrar os cuidados e dificultar o acesso à brinquedos que possuam alguma peça pontiaguda, e coibir brincadeiras de força ou violência que podem levar objetos em direção aos olhos. Em casa, deve-se manter copos de vidro, facas e tesouras fora do alcance das crianças. “É importante sempre orientar e conversar com as crianças sobre os perigos do manuseio inadequado desses objetos e explicar o que pode ocorrer caso se exponham a esses perigos”, explica a oftalmologista.

Não deixe à vista produtos nocivos à saúde ocular infantil

A grande curiosidade das crianças também pode se tornar um problema, por isso, é preciso sempre estar alerta para onde estão os pequenos dentro de casa e onde se encontram os principais perigos. Eles podem ter acesso à produtos de limpeza ou outros líquidos que podem ser nocivos aos olhos.

 

A saúde ocular das crianças, assim como todo o seu sistema imunológico, ainda está em formação. O leve contato com esses produtos nocivos pode ser a porta de entrada para infecções ou lesões mais graves. “Produtos de limpeza doméstica, inseticidas e acetona, podem conter ácidos, formol e solventes que, em contato com os olhos, ocasionam queimaduras gravíssimas da superfície ocular, podendo levar à cegueira irreversível. No caso de contato com qualquer produto químico, deve-se enxaguar os olhos com água abundante ou muito soro fisiológico e levar a criança imediatamente ao pronto socorro”, explica a Dr. Márcia Tartarella.

 

 

Crie regras para o uso de smartphones e demais dispositivos eletrônicos

Que ficar longas horas usando smartphones, computadores e videogames pode ser prejudicial em vários aspectos, todo mundo sabe. Mas que o hábito é pior para a saúde dos olhos e em especial para os das crianças, poucos se lembram. Estudos realizados pela Academia Americana de Pediatria indicam a relação da exposição aos dispositivos eletrônicos com desenvolvimento de problemas como síndrome do olho seco e miopia. “As luzes emitidas pelos aparelhos eletrônicos e a secura dos olhos após muito tempo sem piscar são dois vilões da saúde ocular infantil. Limitar, orientando um período de horas diária para o uso desses equipamentos podem diminuir as chances de desenvolver esses e outros problemas oculares”, afirma a oftalmologista.

“Para as crianças que já usam óculos de grau ou que pretendem prevenir o desenvolvimento de problemas oculares, o indicado é fazer o uso de lentes fotossensíveis, como as lentes Transitions, que protegem os olhos da luz azul nociva emitida pelos aparelhos eletrônicos, e também dos raios UV, proporcionando conforto e proteção nas ações do dia a dia”.

Observe os hábitos de seus filhos

Essa dica é válida também para os professores, pois é necessário estar alerta aos sinais dos alunos em sala de aula. Ficar atento às características de comportamento das crianças pode ser crucial para identificar problemas com a saúde ocular. “Crianças que coçam os olhos ou piscam com muita frequência podem ter problemas de lubrificação, alergias ou até estarem sujeitas a desenvolver ceratocone, alteração na forma da córnea. Queixar de dor nos olhos, chegar muito próximo do quadro da sala de aula, ter dificuldade de concentração ao realizar atividades de perto e lacrimejamento dos olhos, podem indicar miopia e hipermetropia”, afirma a oftalmologista.

“Desvio dos olhos ou falta de paralelismo podem indicar a presença de estrabismo.  Pupilas borradas ou com reflexo branco em fotografias podem indicar problemas mais sérios como a catarata ou alterações no fundo de olho.”. Por isso, e mesmo seguindo todas as dicas citadas acima, é necessário incluir na rotina de exames das crianças uma visita regular ao oftalmologista, apenas um médico especialista consegue mapear e identificar as necessidades e soluções para os problemas visuais de cada criança.

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